sábado, 28 de maio de 2011

acho que percebi que se esforçar para ficar tudo bem não é muito eficaz.

mas enfim, eu tento transpor os apertos em palavras e isso não é o bastante, ao escrever não é mais o que eu pensei é outra coisa. Tudo em constante moviv(m)ento, não é o lance de ser conhecer mas sim, de se construir.

"não sei" "talvez" está muito presente no meu vocabulário.

isso assusta/ intriga/ motiva..

talvez a resposta de sua pergunta seja essa...(o que te motiva?) o presenciar a vida. e toda sua inconstância inaceitável.

responder-te me liberta
"me absorve que hoje eu quero se só seu, me dissolve mexe com a colher"

quinta-feira, 19 de maio de 2011

transparecer a essência de forma natural e saudável.



sem pressa, meu bem...


eu fico te enquadrando na minha vida, resignificando o que carrego dentro de mim.





desaparencendo aos poucos, tornando-se outro a cada mergulho conjunto e continuando a mesma.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

"Existe um fato evidente que parece inteiramente moral: é que um homem é sempre a presa de suas verdades. Uma vez reconhecidas, ele não saberia se desligar delas. E é preciso pagar um tanto por isso. Um homem que tomou consciência do absurdo se vê atado para sempre. Um homem sem esperança e consciente de sê-lo não pertence mais ao futuro. Isso está na ordem. Mas está igualmente na ordem que ele se esforce por escapar ao universo que é criador. Tudo o que vem acima só tem sentido precisamente com a consideração desse paradoxo."
CAMUS, Albert. O mito de sísifo


Por agora, meu autor predileto.



se eu fosse uma carta do baralho de tarot, nesse momento, eu seria o eremita.

domingo, 8 de maio de 2011

sobre últimas vezes

às vezes percebemos quando acontece..
e olhamos pra ela
e ela desvia o olhar

e algo parece tentar começar..
mas não,
é isso mesmo
é a última vez