quinta-feira, 27 de maio de 2010

poi zé vida

É MELHOR NÃO SE APROXIMAR DE QUEM SE ADMIRA

sábado, 22 de maio de 2010

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Nome sem Fome

Olha só esse lamento
que resistiu ao vento
negou meus argumentos
durou mais que um momento

Vai embora tristeza
abandona essa certeza
que com tal destreza
entre nós na mesa

Sem mais lágrimas
mimos ou máximas
desculpas rápidas
respostas ávidas


pousa bem longe dessa vez, pássaro astuto, já conheço seu canto, nele não mais me encanto.
faça uma boa viagem, enfrente a previsível tempestade e quando enfim estiver na minha frente, guarde o que sente e siga em frente.
voe
voe
voe
já foi

Clipe dos Los Porongas - Enquanto Uns Dormem

quinta-feira, 6 de maio de 2010

pra que brincar de lego?

Crescer é construir. Pensar quanto de material irá gastar, planejar, começar. Explandir para à direita, explorar à esquerda, subir alto, mergulhar fundo, contornar essas curvas, achar os lugares mais escondidos. E bloco por bloco erguer, faça chuva ou faça sol, escolher as cores das paredes para nos abrigar, o azulejo do banheiro, os móveis da sala. Vamos montar! Vamos crescer! Vamos construir!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Onde estou?

O labirinto visto de longe é só uma paisagem, onde podemos ver a entrada, o emaranhado e a saída, o que talvez possa nos apavorar seja estar imerso em um território desconhecido. Todos os percursos são arriscados, será que essa rua tem saída? Cada escolha abre possibilidades diferentes. Caminhar por um labirinto só se for com um passo após o outro. Nessa metodologia percebo que não temo o labirinto, apenas caminho, apenas mais um caminho. As horas que me dão vertigens são aquelas nas quais tento ver o labirinto em sua extensão, ver de longe, me enxergar longe, e assim como em uma crise de labirintite não consigo caminhar, a tontura é mais forte. Estou num labirinto e se algum dia quiser sair daqui terá que ser voando, mas para saber voar tenho que saber primeiro a dançar, dançar conforme a música.

sábado, 1 de maio de 2010

O que eu vejo?

Os fragmentos que compõem esse conjunto ainda tão pouco perceptível esperam o acaso para se juntarem, talvez enganados pela ilusão de completude, esses fragmentos enaltecem suas faltas sem reparem que por si só são completos. Frágeis fragmentos percebam suas forças! Por ocuparem um espaço limitado atraem a curiosidade e o mistério, a facilidade de mutação e o charme de um adiamento proporcionados por seu ar efêmero não podem ser ignorados. São muitos fragmentos que completam esse nosso mundo, suas partes, suas incertezas, essa matéria ilusória traz sentido nesse outro mundo de especulações internas.

amanhã de manhã

"O que importa é o que te faz rachar as velas
O que importa é o que te faz abrir os olhos de manhã
Já é de manhã
Já é de manhã
Já é de manhã
Adeus
Já é de manhã
A estrada espera
Já é de manhã..."

-PARA ABRIR OS OLHOS-
-VANGUART-