quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
escondida
festas, obrigação em estar feliz, comidas, álcool, ter que fazer alguma coisa, viajar?, fim..
compras, roupas novas, branco, promessas, pular 7 ondas...
espera, rever alguém, sorrir...
vou ficando sem fôlego...
me canso...
até
ano
que
vem
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
semcoragem
envelheci com uma promessa
"sejatambém
antesdosolsair"
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
isso é pra depois
não é tão fácil quanto imaginei, mas não vou desistir, já estou inscrita nesse jogo, e veja só, é a minha vez de jogar.
já pensei demais, agora vou movimentar minhas peças nesse tabuleiro louco.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
.giramundo
Que continue estranho, estratégico para minha abstinência.
É só mais um sonho que se apaga quando acordamos.
As lágrimas vão secar longe do meu ombro, dessa vez.
Mas o tchau é inevitável, nossa conversa não acertará os pontos finais.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
vozes
Até então pensava que era o álcool que deixara minhas pernas bambas ao te ouvir, palavras que não precisavam de sentido para fazerem sentido, mas ouvindo sua voz em estado ébrio senti uma vontade de pular dentro dessa tela de computador e te ouvir pessoalmente.
Uma paixão, um encanto, o ritmo de voz, o sotaque, as risadas...
Lamentando não ter pego o seu número, estou indo dormir, para escutar sua voz em meus sonhos.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Venha ver!
sábado, 30 de outubro de 2010
laços e nós
penso o quanto fico próxima de mim mesma ao teu lado, penso nas transmissões de pensamento que rola, penso no carinho, no respeito, na sinceridade e vejo uma verdade.
é real, é sentido, é forte, é você, sou eu.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Já é Outubro, de novo...
| Bilhete Se tu me amas, ama-me baixinho |
quarta-feira, 21 de julho de 2010
escolha, não se encolha
escolha a escola que irá te ensinar, meu filho, são tantas opções..
felicidade é uma escolha, é uma forma de olhar, de sentir, de interagir com a situação.
ser feliz é ter fé.
tristeza é uma tentação, é tão fácil ter motivos pra ficar triste.
escolha sua escola, filho, ela irá te ensinar a viver, ela irá se confundir com você, você terá domínio sobre ela, não se esqueça que é você que escolherá como cursar sua vida, se suas lições serão preenchidas com felicidade ou tristeza.
opte, palpite, escolha.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
tu
es
terça-feira, 13 de julho de 2010
li reli
eu seria o que fosse, o quanto e o mesmo
se o mesmo tanto que fosse, sobrasse do canto.
domingo, 27 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
...
ela me disse que o meu sim era retilíneo, prolongava-se no meu sorriso, em rumo ao infinito...
minhas respostas para ela nunca teve um final, terminava com as reticências...
sem muitos padrões e com muitos intervalos...
mar-cante...
são nesses três pontos finais
que encontro
a finitude
segunda-feira, 7 de junho de 2010
escudolisante
O Escudo
Los Porongas
Composição: Diogo Soares / João Eduardo / Jorge AnzolMeço pelo verso
Meu avesso
Sou inverso
Sou metade com inteira dor
Meço o avesso do verso
E descubro o inverso
Imerso no meio da metade
Que eu ousei partir
Eu não sou daqui
Eu sou de Plutão
Sou um praça em combate vão
Sou galáxia
Quando muito digo
Eu me calo e o meu silêncio é raro
Eu vou
Vou não
Não sei
Sei que nada é que não sei
E sinto muito
Por muito sentir
Meu descuido
Não saber mentir
Tenho escudo
De preferência sem degraus
Levo emprestada
Trago depois do carnaval
quinta-feira, 3 de junho de 2010
imensalisante
e quando ela se convenceu que sua história era verdade fez todos acreditarem nisso..
inevitável nos cruzarmos pelos corredores desse asqueroso recinto o qual estou preso,
o real se concretizou, esse real que sempre existiu dentro dela preparou suas velas para navegar nesse mundo.
universos paralelos se cruzando.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
uólisante
como também um dia; tanto fez
o máximo que coube nesse - tanto
intenso tamanho que tomou o tonto
é só um t
aquele que rima com o v
o v que um dia viu
o ~ e o primo
desconectado
desplugado
desde que o passado
foi embrulhado pra presente
não vem com pressa
já conheço essa reza
não precisa gritar
o ritmo me faz dançar
caia pra lá
já que essa sim
caiu na do caio
nadaram pro cairo
deixou a clara
clareando os marcos
de um marcos
que talvez a vanessa
conheça
pare
olhe
siga
eu obedeço cada coisa!
eu desejo tanta coisa!
eu sou tanta coisa!
velha estante de livros
que suportou minha poeira por esses anos esquecido, abandonado, quieto .
eu
mais um entre muitos estáticos livros não lidos quero me despedir desses tédiosos dias imóveis, tratado como um móvel dessa sala vazia. meu conteúdo desprezado, por visitas admirado, por uma mão nunca aberto, nem bem nem mau tratado.
um livro suicida
sou
suou bem
.adeus velha estante de livros.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Nome sem Fome
que resistiu ao vento
negou meus argumentos
durou mais que um momento
Vai embora tristeza
abandona essa certeza
que com tal destreza
entre nós na mesa
Sem mais lágrimas
mimos ou máximas
desculpas rápidas
respostas ávidas
pousa bem longe dessa vez, pássaro astuto, já conheço seu canto, nele não mais me encanto.
faça uma boa viagem, enfrente a previsível tempestade e quando enfim estiver na minha frente, guarde o que sente e siga em frente.
voe
voe
voe
já foi
quinta-feira, 6 de maio de 2010
pra que brincar de lego?
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Onde estou?
sábado, 1 de maio de 2010
O que eu vejo?
amanhã de manhã
O que importa é o que te faz abrir os olhos de manhã
Já é de manhã
Já é de manhã
Já é de manhã
Adeus
Já é de manhã
A estrada espera
Já é de manhã..."
-PARA ABRIR OS OLHOS-
-VANGUART-
domingo, 25 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
1/2
Sobrando a paz
Na medida certa
E o mundo se contrai
Escorre atraz
Fechando a porta aberta"
sábado, 3 de abril de 2010
Nada não
sábado, 27 de março de 2010
Ficção (ou não) 4
terça-feira, 2 de março de 2010
iéis
"já somos tanto que nossa voz é uma só, já somos tanto que tão iguais não haverá"
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Eles sabem ( Todo mundo sabe!! )
Os morangos vermelhos escolhidos
E o camelo lindo que enfeita o maço
Também o copo que você não encheu com líquido
E os caninos afiados daquele garfo
O ar que trouxe tarde pr'aqui dentro frio
E o guardanapo sujo que foi muito amassado
O som que encheu o quarto vindo do seu riso
E a água que deixou o seu rosto molhado
Eles sabem porqu'eu
Amo seus lábios
Lavam os meus
Se calam num beijo:
- eu te convido.
Só os morangos que estavam escondidos
E alguns camelos, que de fato, são dromedários
Os poucos copos que ainda sobraram vazios
Além dos pêssegos maduros não descascados.
O ar que não entrou quando fechei o vidro
E a toalha que restou na colcha, impecável
As palavras que faltaram aos meus ouvidos
E o calor que não suou o seu corpo intacto
Amo seus lábios
Lavam os meus
Se calam num beijo bem-vindo
espero ou (des)espero
Partes pautadas por mais que perfure
Desafoguem planos passados
Pacíficos passos espantados
Espero que a espera serene
Não haja mais alardes e sirenes
Tragos e estragos formam-se
A esperança diz : foda-se
Esperar, aguardar, vai passar
Desesperar, invadir, já passou
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Sem fé mas com afeto
Sem fôlego de continuar a Série PRN
Eu tinha assistido uma entrevista com um psicólogo que dizia sobre esses 4 sentimentos inatos ao ser humano. Não concordo com isso, não agora, não mais.
Acreditando..
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Série PRN-2
Um passeio qualquer não vai aceitar
Olhando pra baixo ele acredita estar
Se prevenindo de infortúnios encontrar
Mas além disso ele carrega o mais forte
O cruel dos medos, o pior do que o da morte
O que anula suas vontades e desejos
Nada neste mar sem abraços e beijos
Ao fechar a porta pra si, pra existir
Deixa de arriscar e talvez até conseguir
Seus olhos baixos e o andar calado
De perto vejo um possível culpado
É difícil oprimir, rejeitar ou algo assim
Um moço que dirá perto do seu fim
Decepções, erros e acertos eu desconheço
Porque nessa vida eu parei no começo
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Série PRN-1
Um homem sentado brinda sem taça
É cercado de verde, verdade, idade
Acordado sente a mesma totalidade
Fechar os olhos pode ser fatal
Quando escurece sem madeira e sal
Os fantasmas trazem a dúvida
Que sobe o morro com sol ou chuva
O homem já esqueceu de seus brindes
Cerrando os olhos toma seus drinks
Ao pôr do sol a dúvida chega e se hospeda
Triste entrega seus planos e tudo que carrega
A casa da colina percebeu os olhos fechados
Era um dia qualquer de pisos manchados
Mostrou ao homem o segredo der alta e só
Desprendeu a certeza que guardava em meio ao pó
Como uma suave brisa do mar ela se espalhou
A certeza antes presa, espaço enfim encontrou
Os olhos do homem de espanto e alegria saltaram
E certamente nunca mais fecharam

