quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

pras bandas de lá

Eu vou abandonar
Deixo o mundo velho por aqui
Não quero mais viver correndo assim
Sem tempo pra viver
Vi que é melhor calar que falar
Mas é cada uma que tenho que escutar
No momento, não estou
Mas deixe o nome após o sinal

Que eu tô pras bandas de lá
Fui viajar pra ver o Sol morrendo no mar

Que eu tô pras bandas de lá
Fui viajar pra ver o Sol morrendo no mar

Não tenho pressa
Nem me interessa
Quanto tempo vou levar
Não vou me permitir
Finjir que tô legal sem tá
Quanta social
É tanta ambição
Pra conseguir o que se quer
Perder, ganhar, isso não me vale
Prefiro mil vezes

Ir pras bandas de lá
Fui viajar pra ver o Sol morrendo no mar

Que eu tô pras bandas de lá
Fui viajar pra ver o Sol morrendo no mar (x3)

Eu vou abandonar
Deixo o mundo velho por aqui
Não quero mais viver correndo assim
Sem tempo pra viver
Vi que é melhor calar que falar
Mas é cada uma que tenho que escutar
No momento, eu não estou
Mas deixe o nome após o sinal

Que eu tô pras bandas de lá
Fui viajar e desliguei o celular

Que eu tô pras bandas de lá
Fui viajar pra ver o Sol morrendo no mar

Não tenho pressa
Nem me interessa
Quanto tempo vou levar
Não vou me permitir
Finjir que tô legal sem tá
Quanta social
É tanta ambição
Pra conseguir o que se quer
Perder, ganhar, isso não me vale
Prefiro mil vezes

Ir pras bandas de lá
Fui viajar pra ver o Sol morrendo no mar

Que eu tô pras bandas de lá
Fui viajar pra ver o Sol morrendo no mar

Ninguém vai me encontrar
Fui viajar pra ver o Sol morrendo no mar

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Festa de hj

22 anos, claro que vou! Posso estar com a cabeça cheia de problemas, o corpo moído, não beber nada, mas eu estou lá. 28/12 dia desde sempre marcado nas agendas e calendários de casa, dia do aniversário da Carolina, mais um ano de vida para minha irmã!

domingo, 27 de dezembro de 2009

Onde?

Hoje logo qndo acordei me lembrei de uma conversa boba que tive com um amigo que fazia natação comigo, isso a mil anos atrás, nós íamos e voltávamos juntos além das conversinhas paralelas durante as aulas, eramos bem próximos e certa vez eu perguntei "pra você qm é que sou eu?" (Marina em seus recém completados 12 anos já iniciava suas questões existenciais) não lembro muito bem as palavras que usou mas era algo como "você tenta ao máximo se fazer de desentendida dos assuntos mas acho que está sempre um passo a frente, não gosta de ser o centro das atenções mas gosta de estar perto de qm é, é difícil te acompanhar, não é seu ritmo nadando rs, é como você mudasse de opinião mó rápido mas nunca deixasse de lado suas convicções." Não sei pq isso me veio à mente, onde esse meu amigo está? Fiquei pensando, caso encontrasse esse amigo, será que ele me reconheceria, meu jeito, minhas idéias parecem que continuam as mesmas.
Sinto como as mudanças não foram realmente transformadoras e sim descobertas ou acréscimos a esse meu eu já estava formado.
Parecido com a conclusão que cheguei respondendo àquelas perguntas chatas de parentes que se pensam ser interessados ao perguntarem "ai Marina, e essa sua faculdade hein!? Com esse curso você vai trabalhar aonde? Tem bastante área de trabalho? Vai ser professora?" Minha vontade era de dar uma resposta bem torta "Estudo por hobby, não penso em trabalhar." Me fez lembrar do que eu pensava em trabalhar qndo mais nova, Gestão de Políticas Públicas Culturais, e me surpreendi. Continuo querendo trabalhar com isso! Era como se antes eu tivesse todas as respostas, perdi-as pelo caminho e agora me deparo com a surpresa, elas continuam aqui.
E eu que sabia de tudo me vejo correr atrás de respostas que circulavam por mim e de repente não estão mais aqui.

ão ão ão é a Brunetsón em Ribeirão

Digno comentar sobre a passagem de Brunna por Ribeirão, ao longo do ano prometendo sua vista eis que nesse domingo que estava de cara fechada ela aparece por essas terras. Sem estar acompanhada do amigo de aluguel que preferiu outra diversão chegou pontualmente no destino e após 10 min. já conhecia os principais pontos da cidade, indo ao bar onde tudo é permitido escutou algumas histórias particulares que até eu mesma já havia esquecido, bom ter velhos amigos, de passagem foi a um sarau que lhe agradou e me fez ter algumas idéias. Ela veio à minha casa! Coitada, a maior bagunça do mundo estava nos esperando, falei bem sobre um risoto de camarão que na verdade estava a maior gororoba, tadinha, comeu 2 vezes rs.. Deu umas risadas com minha sobrinha e tocou a Chica ( sua gaita preta), a chuva impediu boas fotos mas não boas lembranças.
Obrigada pelo dia de hoje!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Para animar a festa

Hoje no caminho pro show do Jorge Benjor e a Banda do Zé Pretinho (INCRÍVEL) fui conversando no ônibus com um moço que certa hora disse "recomendo a qualquer um, ir num show por mês". Na hora dei uma risadinha meio sem graça, e agora nesse momento que escrevo posso dizer: recomendo a qualquer um, vá aos shows!
Nem sei mais a quanto tempo estou trabalhando sem folga, dormindo tarde e acordando cedo, sem tempo nem de gastar o dinheiro, sem ver minha família e meus amigos direito, precisando trocar energias. Nem sou a maior fã do mundo do Benjor, conheço só as mais famosinhas, mas ao vivo, frente a frente, aquela animação, amigos, vibe incrível. Compensa todo o role pra chegar em itaquera depois do trabalho.
O fim do ano taí, esse ano melhor do que o ano cruel que foi ano passado ( o que não precisou de muito esforço), fazendo minhas coisas sem aquela pressa que costumava me acompanhar.
O que importa por hoje é a lembrança boa de uma tarde ensolarada no sesc sorrindo e ouvindo Jorge Ben, minha troca de energia mensal.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Procura-se

Saudade do ócio

Tempo livre que escorreu pelo ralo
Lavava meu rosto e fugia de olhares tímidos
Ele tenta retornar ao seu posto a cada ato falho
Distrações que não cabem entre os oprimidos

Falta de lugares que não mais visito
Assuntos que deram lugar às coisas sérias
Meu mundo particular nem mais cogito
Fugir agora só em lembranças de férias

Diferente do tédio, meu saudoso ócio
Acompanhava minhas não atividades
Com criatividade não me rendia ao óbvio
O vago mostrava suas especialidades

Calma liberdade, até você depende da autonomia
Segue sem medo e ocupa devagar seu lugar de direito
Quando perceber que tudo isso não passa de fantasia
Então sua mente informará que tudo já está feito

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Yellow Sun beibe

Yellow sun is shining in the afternoon
I'd really like to tell you, but i feel it's too soon
My actions are dictated by the phase of the moon
The phase of the moon

The sun, it isn't hiding when it sets on you
It's not a coward like me, and i know that it's true
Waiting for the darkness now is all i can do
It's all i can do

And if the sun should follow us into your room
Well, the courage will be robbed from me to tell you the truth
But selling some of the only thing that's shining on you
That's shining on you

You're making me hungry
But what's really funny, is it's not sunny anymore

And when i finally told you when the sun has gone
You're laughing 'cause i thought i was the only one
And the only thing that's left for me is the rising sun
The rising sun

You're making me hungry
You're making me hungry
But what's really funny, is it's not sunny anymore

You're making me hungry
You're making me hungry
But what's really funny, is it's not sunny anymore

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Ter

Tudo comprado, a roupa que visto, a cama que durmo, as palavras que uso, o programa de tv que assisto, a escova de dente, a luz que ilumina a noite, a comida do jantar, tudo isso, já nem ligo, me acostumei, não é mais um absurdo depender de dinheiro. Não estou indignada, não quero mudar a situação, não penso em abnegar coisas materiais, apenas continuar, seguir o fluxo dessas aguas que há tempos rolam nesse rio. Conformei, estagnei, próximo passo é ter vontade de comprar tudo.. de ter certeza que só serei feliz se tiver algo, comprado, quero comprar, quero ter.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Quase ultrapassando

A sensação de chegar perto do que almejamos é tão prazerosa quanto perigosa. A possibilidade da conquista, estar ciente de que a qualquer momento podemos ter o que queremos, o poder de adiar para prolongar o desejo da conquista, ain esse desejo! DESEJAR algo é tão fugaz, sentimento que a cada conquista se entedia e procura um novo alvo. Cansei de seres insaciáveis que compartilham o prazer de conquistar algo e o vazio de instantes depois querer outra coisa, almas vazias, pensamentos vagos, tédio constante, a insatisfação que anda de mãos dadas com a ingratidão.

Honestamente pensei que estava curada dessa doença chamada incompreensão, passei grande parte do tempo relevando os "maus entendidos". Talvez minha culpa seja a maior nessas decepções dos "quase", um quase encontro perdido, um quase momento inesquecível, uma quase história pra contar, uma quase frase que mudaria meu dia, chegar perto de alcançar você sentir o almejado e em seguida fraquejar. O infeliz rotineiro se despede com promessas de não mais voltar.


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ficção (ou não) 3

Voltando de mais um dia cansativo de trabalho, andando pela calçada e olhando seus pés, ela percebeu que não fazia idéia para onde estava indo. Esqueceu seu caminho. Qual será o melhor percurso para chegar não sei aonde? Ela olhava ao redor, reconhecia o que a rodiava, não profundamente, conhecia o ambiente como se conhece um vizinho que cumprimenta com um seco oi ou com um aceno morto todas as manhãs. O barulho que a rua fazia era familiar, as buzinas, as vozes misturadas formando uma sinfonia popular de assuntos banais até mesmo a disposição das casas e lojas ela entendia, sentia e por isso sabia que lá não era seu lugar. Onde será seu lugar? Estranhava-se com a superficialidade contida nas relações que se propunha com o lugar. O ar que entrava em seu nariz por obrigação, alimentava seus pulmões pela força natural forçada que a mantinha viva. Mesmo seus pés caminhando sem direção, tentando formar alguma relação a cada passo, se moviam rápido, estavam desconfortáveis, desejavam o desconhecido, o destino. Esse desconhecido era mais o que mais faziam seu sangue correr rápido, ela queria sair daquele lugar, abandonar, cortar os laços curtos, sentir o vento entrar pelas narinas, os pés afundarem no solo, o pensamento se unir a realidade, ela queria tanta coisa.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Encomendei um não para hoje


Untitled (Not), from the Untitled Portfolio, 1985
Photo-offset lithograph and serigraph on paper
20 1/2 x 20 1/2 in. (52.0 x 52.0 cm)
Smithsonian American Art Museum, Washington D.C

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Quem apagou a luz?

Apuros ontem! Tudo escuro no metro. O metro não tem previsão de funcionamento. Blackout em SP. Como vou pra casa? Ônibus? Qual? Tudo escuro, sozinha, me ferrei! Calma, liga pro seu pai. O celular não funciona! Que merda, vou ter que me virar. Bom, vou até Sacomã e de lá tenho certeza que chego em casa. Ufa, cheguei no terminal de Sacomã. ( Passam-se 40 min.) Nossa tá demorando né!? ( Passam-se 1h10) Que fila enorme, ainda bem que estou no começo e vou sentada. Chegou o ônibus! Ele estava batido e sem freio, não embarcamos. 20 pra meia noite até então, bom, daqui 20 min. chega o próximo. Nisso conversando com o pessoal por perto, pra situação não ser tão tensa, dando risada e abstraindo um pouco. Finalmente entramos no ônibus, mega lotado. Andando super devagar, fui o caminho todo pensando que a qualquer hra ia quebrar. O momento mais tenso de todos foi passando por Heliopólis, eu conversando olhando em direção ao cara do meu lado, de repente escuto um estardalhaço, jogaram uma pedra da janela do ônibus! Imagina isso!? Ainda bem que ngm se machucou, exceto uma moça loira que vestia rosa que ficou assustada e começou a chorar, e até a hra que eu desci não tinha parado. Passando pelos pontos sem parar, já que não cabia mesmo mais ngm! Por Mauá, dava para escutar os alarmes, o povo lá aproveitou para aumentar a renda, uma forma de indenização rs. Como já disse estava sem cel, tive que ir para casa à pé! Uns 10 min andando por um breu, a noite estava linda e fresca. Me esperando na portaria, ufa, meu pai! Que bom estar em casa.

terça-feira, 10 de novembro de 2009


Veja você ...




Veja você, onde é que o barco foi desaguar
A gente só queria um amor
Deus parece às vezes se esquecer
Ai, não fala isso, por favor
Esse é só o começo do fim da nossa vida
Deixa chegar o sonho, prepara uma avenida
Que a gente vai passar

Veja você, onde é que tudo foi desabar
A gente corre pra se esconder
E se amar, se amar até o fim
Sem saber que o fim já vai chegar
Deixa o moço bater
Que eu cansei da nossa fuga
Já não vejo motivos
Pra um amor de tantas rugas
Não ter o seu lugar

Abre a janela agora
Deixa que o sol te veja
É só lembrar que o amor é tão maior
Que estamos sós no céu
Abre as cortinas pra mim
Que eu não me escondo de ninguém
O amor já desvendou nosso lugar
E agora está de bem

Deixa o moço bater
Que eu cansei da nossa fuga
Já não vejo motivos
Pra um amor de tantas rugas
Não ter o seu lugar

Diz, quem é maior que o amor?
Me abraça forte agora, que é chegada a nossa hora
Vem, vamos além
Vão dizer, que a vida é passageira
Sem notar que a nossa estrela vai cair

domingo, 8 de novembro de 2009

Almoço de domingo

Voltei no tempo. Era como se eu tivesse uns 6 anos de novo, jogando com a minha irmã e meus dois primos, as parcerias continuam as mesmas. Por que passar tanto tempo sem se ver? Picuinhas, fofoquinhas, competição.. eee famíliaa! Que bom que estamos morando todos perto de novo ! Mesmo sabendo que a semana vai ser difícil estou tão confiante, integrada e bem.
Minha gratidão vai além ..

sábado, 7 de novembro de 2009

Se um não quer dois não brigam

Crises de choro noturnas, sangramento nasal, distanciamento da dignidade, lembranças desagradáveis, telefonemas desnecessários, conversas embaraçosas, mau humor, tudo isso poderia ter sido evitado. Mas como saber se gosta de azul sem conhecer as outras cores? Cadê meu ânimo? Onde foi parar minha coragem? E essa preguiça que me acompanha, não quero mais, para quem eu devolvo? Hoje só quero escutar músicas conhecidas, cantar as músicas que sei a letra decor. Ouvir histórias que já sei o final, assistir um filme reprisado na tv, fazer um suco de laranja com gelo e açúcar, ficar na sombra, me misturar na paisagem, desligar minha mania de traduzir meu pensamentos para o francês, não ler meus e-mails, não ler nada... Um dia de ócio que transcende a mediocridade, quem sabe eu finalmente aceite a razão de ser tão protegida.

Como prestar atenção em algumas verdades pode mudar seu caminho tão rápido, cansada viu.. Muita crise existencial para uma pessoa, quanto desperdício de tempo, quanta lamentação. Como queria ouvir "Relaxa, tudo vai dar certo" tão rotineiro do Erick, e acreditar mesmo que vai dá tudo certo.

Ontem mesmo tava falando com uma amiga como antes a gnt conseguia tudo que queria com boa lábia e desenvoltura, contornava a situação, e na maioria das vezes dava certo. Quero manter minha afinidade com coisas simples e fáceis. Ahh maturidade tão comentada ontem, já passei por algumas situações que me sacudiram, queria mesmo poder falar que aprendi pelo amor ao invés de admitir que escolhia o caminho da dor. Quando presto atenção na pressa que eu tenho por tudo entendo, juvenil. To parecendo aquelas velhas amarguradas com a vida, consciente disso. Pois é. Sua sintonia que me arrastou, me arrasou, e por essas e outras tenho certeza mais do que nunca que bastam lembranças para mim.

Aaiii como eu to chata!!!!!!!!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A gente

Feriado ensolarado. Tudo tão claro para mim. Fico mais perto de mim msma qndo estou do seu lado.

Qse nunca a gnt se vê e qndo nos vemos te faço assistir um filme italiano em preto e branco ( VC DURMIU!) rs, te faço andar da consolação até o paraíso, te faço almoçar sozinho, me ouvir. Ai, ai .. Fato: tivemos mta sorte qndo nossas vidas se cruzaram.

s2

sábado, 31 de outubro de 2009

Ficção (ou não) 2


Ela caminhava pela calçada, mais uma noite com um objetivo quase impossível, se perguntava porque aceitava mais uma vez obedecer seus vícios, tentava se lembrar da última que mandou em si própria. Alcançar, conseguir, ter, eram verbos que cirandavam por sua mente, aquela dança de metas foi se tornando uma atitude automática e tentada pelo vazio de uma mente repetitiva prestou atenção no céu estrelado da noite, aquele azul-marinho imenso por trás dos postes e prédios que enxergava. Olhou os diferentes feixes luminosos do céu, a lua por completa reluzente, sentiu-se vigiada e seguida pela estrelas. Já havia visto muitas estrelas em toda a sua vida, mas naquele noite elas pareciam se comunicar. Os diferentes tamanhos, as luzes tão longe, várias, várias luzes, caminhos, guias, de cima vigiam os passos, clareiam a escuridão da noite, organizadas harmoniosamente em seu espaço infinito, formam figuras reconhecidas por nossa incessante razão que insiste compará-las à algum registro na memória. De fato são lindas, ela pensa em inverter o jogo, em segui-las, estão lá, às vezes cobertas por nuvens, mas continuam lá, ela se sente segura com as novas companheiras. Fecha os olhos, consegue vê-las claramente, não precisa mais dos olhos, estrelas e ela estão em perfeita harmonia, não precisa conversar com elas, entende e conhece as estrelas, não pensa mais em alcançá-las, a distância entre elas não parece existir. E as preocupações de outrora? Uma vaga lembrança confusa invade sua mente, o costume da preocupação dessa vez dá espaço a não necessidade de explicação. Ela está nas estrelas, ela é as estrelas.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Sexta-feira premiada

Boa compania no começo da tarde s2, sem trânsito, boas ideias, bons amigos, cervejas, comida barata, tempo bom e boa sorte!
Que dia bom!

"tudo pode ser, nada vai acontecer, não tema, esse é o reino da alegria"

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Dia de perdigotagem

Ahhh.... dia de perdigotagem é dia de perdigotagem apenas! Quero manda um salve pro Bruno ( que sumiu no meio do role) e pro Dú ( que fico mto loco que nem eu, mas ele fica rosa)
Ainda tem restícios da nossa pichação!!
É sempre tão legal.

"Atrás do arranha-céu tem o céu tem o céu
E depois tem outro céu sem estrelas
Em cima do guarda-chuva, tem a chuva tem a chuva,
Que tem gotas tão lindas que até dá vontade de
comê-las"


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O maior de todos!

Não aguento mais! Hj foi demais! Absurdo, irreal! Desumano! Peguei o ônibus no Armênia as 17h (até ele chegar, pegando chuva, o terminal não é coberto), chego na facul as 22h! Brunets durmiu as 2 primeiras hrs, eu tentei durmi, tentei ler, mas fiquei olhando pela janela, fazendo desenhos com o dedo no vidro suado da janela, o cel da Bruna toca, ela acorda e diz : "não estamos nem na metade do caminho!" Pois é!? ouvimos histórias engraçadas, ficamos com raiva, com fome, ficamos conformadas, vimos os detalhes antes despercebidos da Dutra e ainda bem que o ipod teve bateria suficiente..

Chegamos finalmente, nem sentindo o gosto do cachorro-quente (quente mais ou menos) subo o morro p chega na facul, vejo o povo da minha sala saindo da aula! PQP! N posso mais fltar de segunda-feira, vo direto explicar a situação p prof ( super bacana!), que ( deve ter se comovido) me ofereceu carona até o tietê ( claro que eu aceitei). Cansada??? Ahh magina!

Perdi meu dia, mas podia ter sido pior...

domingo, 25 de outubro de 2009

três anos, já?!

Festa!!! Comi e bebi bem, dei muita risada, fofoquei horrores, me senti velha, todos ao redor eram tão queridos ...
Frases perdidas:
Eu: Para de falar essas coisas, parece velha. Paula: Olha o respeito, te peguei no colo menina..
Isa: A moranguinho é tão linda né tia Má? Eu: É sim, igual você!
Eu: Vocês ainda vão ficar juntos. Anderson: Se sua macumba pegar, você tá ferrada.
Eu: Vou na sua casa quinta-feira! Ondina: Vai a merda menina, vai nada!
Pai: Lembra? Você era igual.. Eu: Ahh é?!
Célia: 25 mil, 6 meses ... Eu: Ahh é?!

Lembro o que fiz há três anos atrás, passei na banca de jornal pra ler as manchetes (delei) vi e comprei a Rolling Stones Br nº1 ( a barriga da Gisele me convenceu fácil), entrei no hospital e fui direto ver a criatura, linda, foi fácil. As conseqüências do fato: revelei o meu lado sentimentalóide..

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Just (_______)

Que doidera sonhar com uma obra do Sol Le Witt, o pior, sonhar que está dentro com mais um monte de gente perdida louca. Será que estou estudando muito e ficando louca? ou meu subconciente quer me dizer algo? ou foi só mais um sonho entre tantos que não me diz nada ( o mais provável né, querida)? Bom, o que sei é que foi divertido, particular, fantasioso, minimalista rs..
Fechou bem o dia denso de hoje.
Meu cenário por alguns minutos que pareceram uma vida:






Crer para ser


Realmente gosto das minhas ilusões, contingentes, a possibilidade de tornam-se realidade, o errado certo. Quero ficar por aqui por mais um tempinho. Um dos caras que mais respeito disse uma vez : imagina a vida como um deserto, onde passa-se por vários oásis, o percurso entre um oásis e outro depende da quantidade de água que se pega para te manter até o próximo oásis. Na verdade ele usou a palavra conhecimento ao invés de vida. Mas adaptando, estou a caminho do meu próximo oásis e minhas ilusões, minha água, vai manter minhas esperanças.


DEIXE-SE ACREDITAR
mombojó

Eu quero um samba pra me aquecer
Quero algo pra beber, quero você
Peça tudo que quiser
Quantos sambas agüentar dançar
Mas não esqueça do seu trato
Da hora de parar
Só vamos embora quando tudo terminar
Eu vou te levar aonde você quer chegar
Eu tenho a chave nada impede a vida acontecer
Deixe-se acreditar
Nada vai te acontecer
Tudo pode ser
Nada vai acontecer, não tema
Esse é o reino da alegria

Esse é o reino da alegria
Esse é o reino da alegria
Tudo pode ser
Nada vai acontecer, não tema

Esse é o reino da alegria
Esse é o reino da alegria
Esse é o reino da alegria
Tudo pode ser
Nada vai acontecer

Eu quero um samba pra me aquecer
Quero algo pra beber, quero você
Peça tudo que quiser
Quantos sambas agüentar dançar
Mas não esqueça do seu trato
Da hora de parar
Só vamos embora quando tudo terminar
Eu vou te levar aonde você quer chegar
Eu tenho a chave, nada impede a vida acontecer
Deixe-se acreditar
Nada vai te acontecer
Tudo pode ser
Nada vai acontecer, não tema
Esse é o reino da alegria

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

feliz, feliz, feliz.. n consigo nem disfarçar


con - cor - dancia
|____|____|
com cor dança
|____|____|
com cor se dança


o sem sentido aguça meus sentidos, sinto que sentir muito já não faz parte de mim, o sentir intensamente retorna ao seu posto, sinta-me, ainda estou por perto.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Eu não sei

Sentei ao lado de uma senhora no trem hj, o primeiro lugar vago que vi, nem prestei atenção na senhora do lado da janela, mal imaginava o que aquela atitude automática me levaria. A mulher que parecia ter por volta de seus 60 anos olhou pra mim, deu uma risadinha e mirou os olhos para o chão, eu nem liguei a principio ( sou craque em fingir que estou distraída ), até que ela começou a puxar assunto, logo pensei "me ferrei vou passar a próxima meia hora ouvindo desgraça", falou sobre os filhos, a casa, o marido, não prestei atenção mas lembro que fiquei o tempo todo olhando para ela, o que deve ter feito ela criar confiança em mim, a certa altura de confidencias eu perguntei sobre o que quer, o que planeja para ela, a principio falou que queria que os filhos arranjassem empregos bons, o marido parasse de beber, então reformulei a pergunta, "mas e pra você, o que quer para você", ela ficou por instantes quieta, percebi que iria começar a falar, mas não disse nada e voltou o olhar pela paisagem em movimento. Sinto que fiz aquela senhora refletir pelo menos por algum tempo sobre ela, o que me deixou satisfeita tb por algum tempo.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Ficção (ou não) 1

Estava na frente da casa azul, novamente, dessa vez resolveu esquecer as trapaças, o descaso e as mentiras. Esteve fora por muito tempo, passou por momentos incríveis e alguns nem tão bons assim, analisou seus erros, imaginou hipóteses, enriqueceu sua mente, ouviu histórias, chorou na chuva, dançou na grama num domingo de sol, pensou muitas vezes em voltar, até que se sentiu pronta. Olhando as janelas, do jeito que deixou, a porta principal estava mudada, as rosas da entrada pareciam as mesmas, só pareciam, ela sabia que muitas coisas haviam mudado, que haviam nascido e morrido rosas no seu canteiro desde que tinha saído fugida da casa azul. Respirou fundo e tocou a campainha, esperou alguns segundos que pareceram horas até ele abrir a porta. Os dois se olharam, imóveis, e por algum tempo esperaram a iniciativa do outro para começar um diálogo, então ela finalmente disse "que saudade!", ele tentou disfarçar os olhos úmidos e a abraçou. Eles eram ligados, não esperavam mais a perfeição ou do outro, estavam livres, nesse exato momento só queriam a companhia um do outro. Era a filha que sabia que podia contar com o pai, era o pai de recebia de braços abertos o retorno da eterna filha. Não havia ilusões, estavam cansados disso, os dois conheciam a instataneidade do momento escondida na brevidade da vida.

sábado, 17 de outubro de 2009

Chovendo


Chovendo a água apenas escorre
na sua velocidade não para e nem corre,
gotas que molham anel e colar
hidratam terrras, umedecem o ar
Se irritadas derrubam barracos
levam árvore, carros e barcos

Oh chuva que apavora os fracos
A tristeza me acompanha com os cacos
Gotas que levam sonhos, que lavam almas
mostre me seu ritmo, seu balanço sua calma
Lembre-me do cheio de grama molhada
Da história incompleta e complicada

Mais uma noite te escutarei,
em mais devaneios te incluirei
Água que vaza entre meus dedos
enquanto a juvenil vontade de detê-los
Mantém minha mão pela janela
quero pegar a água, quero pegar ela


sexta-feira, 16 de outubro de 2009

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Vamos juntos!



Desde que as férias acabaram (e olha que foi no meio de agosto) sentia que estava fazendo por fazer a facul, indo pra lá sem todo aquele ânimo e interesse do começo do ano. Antes fosse só para as aulas, estava mesmo uma preguiçosa com pensamentos dispersos. Mas hoje meu amigo me enviou um link que me fez lembrar das milhões de possibilidades que tenho, por que mesmo me interesso por História da Arte? De que modo vou me divertir e ajudar o próximos com o que deveria estar aprendendo? Meu pai sempre diz que os empregos essencialmente existem para facilitar a vida do outro e como recompensa do tempo dedicado recebemos dinheiro que gastamos com o serviço de outra pessoa, é o sistema (Será?). Agora voltando as possibilidades, o futuro, estou me dedicando tão pouco, estudando tão pouco, querendo tão pouco. O pior são as conseqüências de se satisfazer com pouco, acostuma-se com o mediano e com o passar do tempo esquece das possibilidades. Confesso que, agora consigo ver, eu estava me importando com cada coisa viu!? me irritando com cada palavra torta, exigindo tanto de quem não tem nada a ver... " Eu sou mil possíveis em mim; mas não posso me resignar a querer apenas um deles."- Roger Bastide. Foi bom passa esse tempo escuro e confuso, ajudar meus outros eu a se afirmarem, mas por hora quero me dedicar as minha metas e os planos que já tinha começado a esquecer. Afinal estamos na primavera, apesar de chuvosa é primavera! Obrigada marido!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Família e, família a, família...


Voltando da praia e lembrando do dia de hoje me entorpeço com a boa sensação de estar em família. Não só pela ligação de sangue que temos, mas percebo minha sorte de conviver com essas pessoas. Todo mundo sabe da vida de todo mundo, claro que com suas particularidades e eventuais segredos, mas por conhecermos os nossos jeitos e gostos, nos elogiarmos e nos xingarmos, a relação biológica se torna menos importante do que a ligação de respeito e compreensão mútua. A gritaria (todos querem ser os donos da razão, principalmente eu), as discussões (freqüentes pelo fato de sabermos o que dizer ao outro caso nos enfadarmos do debate), o vôlei na rua (competitivos), a dificuldade para dormir (roncos), perguntas indiscretas (costumava ficar mais sem graça, mas adquiri habilidades de contornar a situação), horários estranhos ( acordam às 6h, caminham, café da manhã às 8h e almoço pontualmente ao meio-dia) e conversas sobre a novela, costumavam ser motivos de discórdia, hoje foi tão natural e tão simples. Os 77 anos da minha avó, o convite para ir à casa de praia, o trânsito, a música do carro, tudo tão comum, tudo tão raro.

domingo, 11 de outubro de 2009

Testando 1

Quero escrever, não importa se alguém irá ler, se gostarem ou se sentirem indiferentes. De um tempo pra cá tenho feito muitas coisas só pra mim, se eu fosse uma loja teria uma placa escrito: fechado para balanço. Aquele forte seguimento do pensamento oriental sobre o auto conhecimento ou a idéia de começar a mudar o mundo se mudando, não sei ainda. Quero me organizar, e a minha melhor forma de fazer isso é escrevendo.